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Saúde no dia a dia

Vômitos e diarreia em crianças: como hidratar e sinais de alerta

Vômitos e diarreia em crianças: como hidratar, o que oferecer, sinais de desidratação e quando procurar atendimento sem demora.

Por Dra. Camila PachecoPublicado em Atualizado em 2 min de leitura

Vômitos e diarreia costumam ser causados por infecções virais e passam em poucos dias. O principal cuidado é evitar a desidratação.

Hidratação é o mais importante

  • Ofereça líquidos em pequenas quantidades e com muita frequência, em colheradas, em copinho ou com seringa, a cada poucos minutos.
  • Continue amamentando, com mamadas mais frequentes.
  • Converse com a médica sobre a solução de reidratação oral, recomendada pela OMS para repor líquidos e sais, e sobre como oferecê-la.
  • Evite refrigerantes e bebidas muito açucaradas.

Alimentação

Não é preciso manter jejum prolongado. Assim que a criança aceitar, ofereça a alimentação habitual, em porções menores e mais frequentes.

Sinais de desidratação

Boca e língua secas, sede intensa, choro sem lágrimas, olhos fundos, “moleira” afundada nos bebês, urinar bem menos (muitas horas com a fralda seca), moleza e sonolência.

Quando procurar atendimento

Procure a médica sem demora se a criança:

  • não conseguir manter líquidos, vomitando tudo;
  • tiver vômitos verdes (com bile) ou com sangue;
  • tiver diarreia com sangue ou muito volumosa;
  • apresentar sinais de desidratação;
  • estiver muito sonolenta, irritada de forma inconsolável ou com dor abdominal intensa;
  • tiver febre alta;
  • for um bebê com menos de 3 meses, ou tiver doença crônica.

Em emergências, ligue para o SAMU (192). Esse tipo de situação faz parte do atendimento de queixas agudas, no consultório ou em domicílio.

Prevenção

Lave bem as mãos, principalmente depois de usar o banheiro, trocar fraldas e antes das refeições, cuide da higiene dos alimentos e da água, e mantenha a vacinação em dia: a vacina contra o rotavírus faz parte do Calendário Nacional de Vacinação. Veja também o artigo sobre vacinação infantil.

Fontes de referência

Organização Mundial da Saúde; Ministério da Saúde; Sociedade Brasileira de Pediatria.

Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta médica.

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